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Dizer que o Email Marketing está morto é clichê

Um clichê é o que dizemos quando uma ideia já foi transmitida, repetida e ainda se insiste em afirmar que é verdade. É possível que o email marketing não tenha sido o adequado para um determinado negócio ou que os resultados esperados tivessem ficado aquém. A ausência de tempo para ler emails e a multiplicidade de newsletters também podem ser apontadas como causas naturais que levaram o email marketing a já não estar entre nós. Mas dizer que o email marketing está morto é clichê.

Contudo, nestes momentos sensíveis em que um tópico está em câmara ardente, temos de mostrar respeito enquanto levamos a cabo a nossa missão. Vamos desmistificar este clichê e mostrar que o email marketing está vivo e recomenda-se!

“Deu a alma ao criador”

Gary Thuerk foi a primeira pessoa a enviar um email comercial, razão pela qual é considerado o criador ou pai do SPAM. Ao longo dos anos, o email marketing foi sendo melhorado, atualizado e ganhou uma alma nova! Estamos todos agradecidos a Gary por nos ter trazido uma das melhores formas de comunicação entre uma marca e o seu público-alvo. Ao contrário do SPAM, o email marketing tem como prioridade levar informação pertinente a quem realmente esta possa interessar. Segundo um estudo da Hubspot:

  • 93% dos marketeers B2B usam o email para distribuir o seu conteúdo;
  • 59% dos marketeers afirmam que o email é a sua maior fonte de ROI.

Estas são pequenas provas que mostram como pode ser benéfico incluir o email marketing na estratégia digital da empresa.
O que melhor do que estatísticas para nos confirmar que dizer que o email marketing está morto é clichê?

“Está a 7 palmos debaixo da terra”

O cabo da internet sim. Na verdade até deve estar um pouco mais fundo. Mas a informação não, está connosco, aqui e em todo o lado. Um dos maiores desafios do email marketing é aproveitar esta realidade e descobrir onde os clientes estão, para lhes levar informação. Apesar das redes sociais terem imensos utilizadores, muitas pessoas não fazem uso das mesmas.

  • 73% dos millennials preferem que as comunicações de empresas sejam recebidas através de email;
  • 99% dos consumidores verificam o seu email diariamente.

Existem várias formas de convidar clientes a receberem notícias nossas: desde a versão mais clássica de colocar um formulário em papel nas lojas ou um formulário de subscrição como o nosso (e que está algures por este artigo à sua espera). Se uma pessoa subscreveu a nossa newsletter, deu-nos permissão para lhes enviarmos informação. Somos os escolhidos! É possível que o cliente também receba novidades por email vindas de outras marcas, mas nós não ficamos de fora!

Como agradecimento, podemos enviar descontos, novidades, passatempos e até oportunidades únicas, dignas de um VIP. Como cada cliente tem os seus desejos, necessidades e dúvidas, a informação que conseguimos obter ajuda-nos a formar uma base de dados e permite-nos criar grupos segmentados com conteúdos específicos para cada um. Mas se alguém decidir não subscrever, não é razão para ser posta numa lista negra. Pois pode ser mais valioso ter um público realmente interessado do que muitos subscritores que não vão abrir o email.

“Tornou-se um anjinho da guarda”

de muitas empresas, sem dúvida. Muitas marcas optam por usar o email marketing para poder alcançar, captar e fidelizar novos clientes.

  • 78% dos marketeers têm verificado um aumento na interação com os emails nos últimos 12 meses;
  • 80% dos profissionais acreditam que o email marketing aumenta a hipótese da retenção de clientes.

Uma das prioridades é definir o objetivo que pretendemos alcançar (ex: aumentar vendas) e apostar em conteúdo relacionado, sem nunca esquecer os possíveis interesses do cliente. Pode parecer difícil de conjugar, mas felizmente podemos unir várias opções para que nenhum objetivo fique de parte. Basta pensar no email marketing como uma conversa direta e privada. Podemos contar novidades e em simultâneo descrever a nossa história; podemos lançar campanhas e descontos bem como partilhar dicas; e podemos ainda promover eventos ao mesmo tempo que ouvimos sugestões.

Para quem prefere ou não tem disponibilidade para dedicar-se ao email marketing como desejaria, existem também programas de automatização e de interpretação das métricas, uma espécie de anjinho da guarda versão 2.0.

“Passou para o outro lado”

Bom, agora sim… não há nada a fazer. Coitadinho, já lá está. Aquele que passou pelas portas da caixa da entrada para o mundo do SPAM, já não volta para este lado. Há uma pequena hipótese de conseguir ressuscitar o interesse da pessoa se o carrinho de compras tiver ficado abandonado. Mas podemos evitar a tempo essa situação e fazer com que ele se mantenha do lado de cá.

Em primeiro lugar, temos o conteúdo. O poder de um texto pensado, claro, curto, conciso e personalizado é de outro mundo. Temos uma oportunidade incrível de escrever coisas que as pessoas querem ler e que nós temos para oferecer. Começando com o título do email, 56% das marcas que usaram um emoji no seu assunto de email tiveram uma maior taxa de abertura do que aquelas que não o fizeram. Depois, basta cumprir com o número limite de caracteres e verificar os links e respetivas landing pages.

Em segundo lugar, vem o design do email: botões com CTA (call to actions), fundo, cor, letra… Tudo conta para que o cliente se sinta atraído a ler e para que o email não fique caído por terra.

“Tem os dias contados”

Se fizermos com que o cliente conte quantos dias faltam para receber a próxima newsletter, já ganhámos um lugar na caixa de entrada e na famosa lista dos emails abertos.  

Para tal, precisamos de pensar e preparar os conteúdos com antecedência. Se quisermos que o email mencione um artigo, convém que ele já esteja escrito; se for nossa intenção colocar um link para uma publicação nas redes sociais, é essencial que a mesma já esteja publicada. Ao início pode ser complicado descobrir com que frequência enviar os emails. Mas podemos sempre perguntar ao cliente. Bem como testar diferentes versões do email e horários de envio. Por fim, só temos de observar atentamente os resultados e ir adaptando a estratégia.

Com estes hábitos saudáveis, iremos conseguir afastar o mau agoiro e manter o email marketing longe de perigo.
Concorda connosco em como dizer que o email marketing está morto é clichê?
Porque ele está bem, vivinho da silva e pronto para nos ajudar!

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